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Uma questão polêmica em relação à arrecadação de tributos será discutida no IV Congresso de Direito Tributário em Questão. De 16 a 19 de junho, a ampliação da base de cálculo da Receita Federal, através da exigência de pagamento de PIS e COFINS sobre juros de capital próprio, será debatida no painel “Juros sobre capital próprio; Receita financeira e a incidência de PIS/COFINS”, ministrado pelo professor mestre da PUC/RS, Fábio Canazaro, e pelo secretário adjunto da Receita Federal, Ricardo José de Souza Pinheiro.
O tema de importante relevância especialmente às grandes empresas tem como pontos principais o fato de que juro de capital é lucro, e não faturamento ou receita bruta, sobre os quais PIS e COFINS devem incidir. Outro ponto em pauta, segundo Canazaro, é a questão de que tal cobrança é feita sobre interpretações da lei, e não sobre uma lei específica que a autoriza. O conhecimento de Canazaro em relação ao assunto também será publicado no texto “Os juros sobre capital próprio e a não incidência de PIS e COFINS”, na Revista Dialética, da Editora Oliveira Rocha, em julho. As inscrições para o IV Congresso de Direito Tributário em Questão podem ser realizadas pelo site http://www.fesdt.org.br/, ou pelo telefone 3029-5307.
Os contribuintes e usuários dos sistemas da Receita Federal gostariam que as declarações de tributos e contribuições fossem unificadas, assim como de ter um prazo maior para a apresentação desses documentos. Leia mais.
Em reunião com os ministros Antônio Palocci, da Fazenda, e Aldo Rebelo, da Coordenação Política, ontem, líderes de partidos do governo decidiram manter o texto da reforma tributária aprovado pelo Senado. Leia mais.
Os fabricantes de vinho brasileiro vão aumentar a pressão para que o governo eleve o imposto de importação sobre o produto e passe a cobrar o tributo inclusive dos países do Mercosul. Leia mais. Com direito a comemorações promovidas pelo Ministério da Fazenda e pelo PSDB, a Lei de Responsabilidade Fiscal completa cinco anos de existência hoje. Leia mais.
Os líderes da bancada governista fecharam ontem um acordo e acreditam ser possível votar a reforma tributária assim que a última medida provisória que tranca a pauta seja votada. Leia mais. |
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